Cool Podcast #05
Ricky Ryan

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Entrevista Completa

(Scroll down for the English version)
Ricky Ryan, possivelmente um dos caras mais legais e dedicados na música eletrônica. Como você responde a isso?

Muito obrigado, estou lisonjeado! Trabalhar com música e poder viver dela é uma bênção. Conhecer grandes pessoas de todo o mundo e viajar para lugares loucos longe de casa é uma grande diversão. Muitas coisas especiais para mencionar sobre minha carreira. Ela é tão divertida que tento ficar o máximo do tempo ocupado!

Como vão as coisas no momento? O que você tem feito recentemente?

Atualmente estou me sentindo super bem. Estou de volta na produção musical, que é uma experiência maravilhosa. Estou fazendo tours mundialmente e focado novamente nos meus dois bebês, os labels Sick Watona e Avantgardia.

Você vive em Buenos Aires na Argentina, certo? É muito mais um destino oposto de uma cidade “no circuito”. Você percebe alguns traços particulares dos DJs/pessoas que continuam voltando e que encontram uma afinidade com a área?

Tenho ficado a maior parte do meu tempo no Brasil nos últimos dois anos. Eu amo a cena por lá! Sempre que toco na América do Sul fico em Buenos Aires, minha cidade natal. Eu costumava tocar muito por lá e promovia diversas festas enquanto bookava talentos internacionais e Nu Breeds.
Então, dei um tempo com a cena local para que pudesse focar no Brasil e no exterior e também me dedicar no estúdio. Espero fazer festas por lá novamente no próximo ano! Neste meio tempo, tudo que ouço são boas coisas sobre os DJs que tocam na Argentina, o que não é uma surpresa para mim. Temos uma grande cultura club por lá (estou na Ásia neste momento)!

Conte-nos um pouco sobre o que está acontecendo na música eletrônica na Argentina sob sua perspectiva. Os clubs, a atmosfera, os promoters e o mercado.

É sempre forte. A Pacha ainda está a todo vapor, bookando principalmente DJs de tech house e progressive house.
O Crobar está bookando DJs de minimal e techno e o Bahrein está apresentando principalmente artistas underground local e alguns internacionais. O Creamfields é gigante uma vez por ano.
Espero que o mercado de música eletrônica permaneça sempre grande na Argentina.

Percebi que você está na estrada no momento. Qual foi a inspiração para este DJ mix?

Trabalho de estúdio no início e agora de volta na estrada realmente me inspiraram. Estava há 4 meses longe das pistas de dança enquanto trabalhava no meu álbum como produtor. Esta tem sido uma experiência muito rara, já que nunca tive uma pausa nas apresentações desde que comecei há 8 anos. Decidi produzir 10 tracks com a vibe progressiva do old school (atmosférica, mas ainda viajante e funky). Para este mix, escolhi algumas faixas novas favoritas de produtores que curto muito, principalmente com conceito semelhante das que produzi em estúdio.

Você diria que é bem sucedido como DJ e produtor? Em caso afirmativo, qual tem sido a chave para isso?

Sim, felizmente! Minha ambição e vontade de levar as coisas para o nível seguinte destacou-me no passado recente. Fico feliz em perceber hoje como tenho sorte e em não levar as coisas que eu já tenha alcançado como concedido. Mesmo quando ainda há tanto para fazer e sonhar… o apoio dos fãs, da minha família e meus amigos, é impagável. Mas eu ainda estou à espera de ouvir os fanáticos (risos).

E conte-nos um pouco sobre a sua banda indie que você tocava. O que te fez mudar para a música eletrônica?

Eu toquei em muitas bandas diferentes. Do punk ao heavy, rock progressivo, alternativo e jazz. Gosto de ouvir e tocar o que considero minhas coisas favoritas de cada gênero. Quando ouvi pela primeira vez a música eletrônica, eu me apaixonei por esse novo som e estilo de vida… ainda não ouvi, nem mesmo tive contato com nada mais refrescante :-)

Complete Interview

Ricky Ryan, possibly one of the nicest and hardest working guys in electronic music. How do you respond to that?

Thank you very much. I’m flattered! Working with music and being able to do it for a living is a blessing. Meeting great people from all around the world and travelling to crazy places away from home is big fun. So many special things to mention about this career, it’s so entertaining that I try to get as busy as possible!

How are things going at the moment? What have you been up to recently?

Today I’m feeling very excited. I’m back to making music, which is a wonderful experience. I’m back to touring worldwide and focused again on my 2 babies, Sick Watona and Avangardia record labels.

You live in Buenos Aires, Argentina right? It is very much a destination as opposed to a city ‘on the circuit’. Do you notice any particular traits of the DJs/people that keep coming back and who find a real affiliation with the area?

I’ve been spending most of my time in Brazil for the last couple of years. I love the scene over there! Whenever I’m playing in South America then I’m based in Buenos Aires, my hometown. I used to play there a lot and promote many parties while booking international talents and Nu Breeds. I took a break from the local scene so I could focus in Brazil and abroad for a while and also get into studio. Hopefully next year I’ll be doing parties again back there! In the meantime all I hear is great things about every DJ playing in Argentina, which isn’t a surprise to me. Great club culture down there (I’m in Asia at the moment)!

Tell us a little about what is happening in electronic music in Argentina from your perspective. The clubs, the atmosphere, the promoters and the industry.

It’s always strong. Pacha is still on fire that I’ve heard, booking tech house and progressive house DJs mainly.
Crobar is booking minimal and techno DJs and Bahrein is hosting mainly local underground and some international acts. Creamfields is huge once a year. Hopefully electronic EDM will remain as big in Argentina.

I gather you are on the road at the moment. What was the inspiration for this DJ mix?

Studio work at first and now going back on the road really inspired me. I’ve been 4 months away from DJing while working on my album as a producer. This has been quite a rare experience while I never took a break from DJing since I started 8 years ago. I decided to produce 10 songs with the old school progressive vibe (atmospheric but still driving and funky). So for this mix I’ve chosen some favorites new tracks from coolest producers, mainly under similar concept I produced in studio.

Would you say you are successful as a DJ and producer? If so, what has been the key to this?

Yes, thankfully! My ambition and will to take things to next level stressed me out in the recent past. I’m glad to realize today how lucky I am and not take things I’ve already achieved for granted. Even while there is still so much to do and dream about… the support from the fans, from my family and from my friends, is priceless. I’m still waiting to hear from the groupies though, lol

And tell us a little about your indie band you were playing in. What made you digress to electronic music?

I played in many different bands. From punk to heavy, to progressive rock, to alternative and jazz. I love to listen and play what I consider my favorite stuff from every genre. When I first heard to electronic music, I fell in love with this new sound and lifestyle… still haven’t heard, neither experienced anything more refreshing today :-)

1 Comentário

Um dos melhores Dj’s do mundo em minha opnião! Parabéns pelo podcast muito finoo!

Guga escreveu em 15/04/2010 at 11:18 pm

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